segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

poema bostão

das fezes, os coliforme te perseguem, sedentos e sangrios;
te ocultam espadas e brincadeiras sem as tangências de outrora;
estes, sim, são ex-im-plícitos em cada um dos seus atos rescendentes a uma boa ........
não conseguem ocultar dos singulares seus odores reconhecivelmente plurais;
preenchem seus vãos vácuos com vazios ainda maiores,
e as neuroses dedicam-se a eles em tempo afegão;
sabem viver, esses mestres dos esgotos dessas mentes disformes e sem vida;
são, na sua essência maior, o nada, e disso não o suspeitam.

nada expressam, além de um olhar de angústia e uma cor esverdeada de vocês-sabem-o-quê.

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