domingo, 14 de março de 2010

POEMA IMAGINÁRIO:

Uma brisa suave
Uma gota de chuva entrecortando os céus
Num percurso desconhecido
Um raio de luz que o Sol pare
Desfaz-se em reflexos multicores
Pintando o céu
Uma nuvem a plainar no ar
Suspensa por fios invisíveis
Pequena marionete do cenário
Que se desvenda nesse único instante
Um sorriso baila
Gargalhada irreverente
Ecoando ar afora
E atingindo o Infinito
Um amor pairando
Mesclando todos os elementos
Com uma doçura indefinível
Paz
Bem quase que utópico
Mas ainda imaginável, enfim.

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