quinta-feira, 11 de março de 2010

Poema a um pequeno defunto

Extinta, a Alma se vai
Singela
Criança
Esperança
De que um dia
O que houver
Haja
De haver
(Semântico!)
Transplante meu lábio
Ao pequeno defunto
Não proferirei injúrias
Em teu nome
Sublime
So be
Só.


Adeus.

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