quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Poema desconexo – II

Ver-te num raio de luz
É a hora do adeus
Partir sem nem conhecido chegar
Êxtase performático
Simbolicamente sinestésico
Ou não.

As estrelas são teus olhos
A me observar
Indiferentes
Pentram no meu âmago
Minha essência
E saem, nunca os mesmos

Polarização amorosa
Sintetização dolorosa
Polimerização inerente
Sufocação permanente
Rupturas cruzadas
Amadas
Ou não.

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